Aproximarmo-nos de Cristo através da Conferência Geral

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“Decidam agora fazer da conferência geral uma prioridade em sua vida. Decidam ouvir com atenção e seguir os ensinamentos transmitidos. Ouçam ou leiam os discursos mais de uma vez para entenderem e seguirem melhor os conselhos dados. Assim fazendo, as portas do inferno nao prevalecerão contra vocês, os poderes das trevas serão afastados e os ceus estremecerão para o seu bem.” (Paul V. Johnson, “As bênçãos da Conferência Geral”, A Liahona, Novembro de 2005, pág 50)

“Não podeis dizer que vos submeteis à lei de Deus enquanto rejeitais a palavra e o conselho de seus servos.” (John Taylor – Journal of Discourses, vol. 7, p. 325)

Ao assistir a 1º e 2º Sessão de Sábado e fechando com chave de ouro com a Sessão do Sacerdócio, senti-me muito renovado e comovido com as mensagens de riquíssima instrução e intenso incentivo, tal como noutras Conferências Gerais, o que no foi diferente nas sessões de Domingo. Sai de cada sessão sentido-me melhor comigo mesmo e com meu Deus, bem como muito mais decidido e comprometido em melhorar em minha vida em todos os aspectos! Indubitavelmente, aqueles que falaram nesta Conferência Geral “(…) buscaram ajuda e orientação dos céus ao prepararem seu discurso. Eles foram inspirados quanto ao que vão compartilhar conosco.” (Presidente Thomas S. Monson, A Liahona, Nov/2009)

Há quase duas décadas tenho me beneficiado com as Conferências Gerais, e por experiência tenho percebido que a instrução é muito além do que ouvimos dos oradores, por mais bem preparados que estejam e pelos incríveis discursos que sempre nos marcam; digo ousadamente que existe uma instrução dos céus bem superior que recebemos proporcional a atenção que dedicamos e a preparação que investimos, uma comunicação mística ímpar ao nosso espírito que transcende todo o entendimento… Minha esposa contou-me que seu testemunho da restauração do evangelho e da realidade da Primeira Visão foram recebidos ainda na adolescência, ao buscar respostas por intermédio do que ouviria das palavras do alto ensinadas nestas sagradas sessões de conferência! Imagino que todos nós, quando pagamos o preço da reverência, tivemos e/ou teremos sempre as mesmas recompensas significativas, em menor ou maior grau, de acordo com nossa devoção e desejo se sermos ensinados.

Pensei então em compartilhar alguns sentimentos e citações que quando consigo  vivê-los, trazem-me mais regozijo tanto antes, quanto durante e depois de cada conferência geral…

ImagemCOMO NOS PREPARAR PARA A CONFERÊNCIA GERAL?
• COMPROMETIMENTO
Uma atitude primordial é nos comprometer verdadeiramente a assistir TODAS as sessões da Conferência Geral, para que realmente “Mantenhamos nossos olhos sobre o Presidente da Igreja.” (Harold B. Lee, Conf. Geral OUT/1970)! Portanto, “(…) [Façamos] o melhor que [pudermos]. Mas quero enfatizar que deve ser o melhor possível. Estamos por demais propensos a nos satisfazer com um desempenho medíocre. Somo capazes de agir muito melhor.” (Pres. Gordon B. Hinckley – Reunião Mundial de Treinamento de Liderança – JAN/2004) Pois “Nosso comprometimento deve ser total!” (Pres. Thomas S. Monson – A Liahona JUN/2010)

• SENSIBILIDADE
Como eu disse no início, começou mais “outra conferência geral da Igreja. Os servos do Senhor vai nos aconselhar. Você pode ouvir com os ouvidos e corações ansiosos, ou você pode [lançar] esse conselho de lado.” (Boyd K. Packer, Siga os irmãos, Brigham Young University, Discursos do Ano, p. 10. ) Então, busquemos ser mais retos e sensíveis às coisas do espírito “[abrindo] o caminho de comunicação dos céus à terra – de Deus às nossas próprias almas. [Mantendo a] avenida de [nossos] corações limpa e pura diante Dele.” (Pres. Brigham Young – Discursos de Brigham Young pag. 41) Não esqueçamos que “(…) o Espírito está bem mais ansioso para [auxiliar-nos] do que [temos de] ser ajudados.” (Dilworth Young, “Talk Givem in the Missionary Home”)

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COMO TIRAR MELHOR PROVEITO DURANTE A CONFERÊNCIA?
• FOCANDO NO OBJETIVO DA CONFERÊNCIA
Devemos focar no objetivo desta importante reunião e de nossa ativa concentração nela, para podermos absorver mais e mais de seu conteúdo: “(1) Informar os membros das condições gerais, se a Igreja está avançando ou retrocedendo, economicamente, eclesiasticamente, ou espiritualmente; (2) Elogiar o verdadeiro mérito; (3) para expressar gratidão por orientação divina; (4) Para dar instrução ‘em princípios, na doutrina, na lei do evangelho’; (5) para proclamar a restauração, com autoridade divina para administrar todas as ordenanças do evangelho de Jesus Cristo, e declarar, citando o apóstolo Pedro, que ‘não há nenhum outro nome debaixo do céu dado entre os homens’ que Jesus Cristo ‘pelo qual devamos ser salvos’ (Atos 4:12); (6) para admoestar e inspirar a continuar em maior atividade.” (David O. Mckay – Conf. Geral OUT/1954).

“Tempo de Conferência é uma época de renascimento espiritual, quando o conhecimento e testemunho são aumentadas e solidificado que Deus vive e abençoa aqueles que são fiéis. É um momento em que a compreensão de que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, é gravado no coração daqueles que têm a determinação de servi-lo e guardar seus mandamentos. Conferência é o momento em que nossos líderes nos dão orientação inspirada na condução de nossas vidas, um momento em que as almas são despertadas e resoluções são feitas para serem melhores maridos e esposas, pais e mães, filhos e filhas mais obedientes, [melhores] amigos e vizinhos.” (Howard W. Hunter – Conf. Geral OUT/1981)

• REVERÊNCIA
Estando realmente atentos a cada mensagem, na qual precisamos estar “por inteiro (…) presente durante as reuniões.” (Pres. Brigham Young – Discursos de Brigham Young pag. 171) e não nos esquecermos de “que estamos recebendo conselhos, por inspiração ou revelação, em todas as conferências gerais da Igreja. Não seria sensato para os membros da Igreja [prestar] mais atenção a esses conselhos?” (Joseph Fielding Smith – Answers to Gospel Questions, 2:205).

Tomar notas é uma magnífica ferramenta para nos ajudar a concentramo-nos, absorvendo assim, de maneira mais eficiente e consequentemente eficaz, os ensinamentos recebidos.
O Élder Richard G.Scott ensinou: “O conhecimento cuidadosamente registrado é um conhecimento disponível nos momentos de necessidade. As informações relacionadas às coisas espirituais devem ser guardadas em um lugar sagrado que mostre ao Senhor como as valorizamos. Essa prática aumenta a possibilidade de recebermos mais luz”. (“Como Obter Conhecimento Espiritual”, A Liahona, janeiro de 1994, p. 93)

Dicas:
Anotar na Conferência Geral (Jovens)
Anotar na Conferência Geral (Crianças)

TRAÇAR METAS E PLANOS PARA APLICAR A CONFERÊNCIA GERAL NOS PRÓXIMOS 06 MESES

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“Se nos tivermos aproximado mais do Salvador, com uma resolução mais firme de seguir Seus ensinamentos e Seu exemplo, então esta conferência terá sido um sucesso extraordinário.” (Pres. Gordon B. Hinckley – “Um humilde e contrito coração”- A Liahona Jan/2001 – pag.103)

Agora, “Terá sido um trabalho vão – uma perda de tempo, energia e dinheiro – se as mensagens desta conferência não forem aplicadas.” (Spencer W. Kimball – Brigham Young University Speeches of the Year, Provo – 14/05/1968) Pois tem implicações nesta vida e na eternidade, sim, “tem uma relação definida com a salvação e exaltação de toda alma que possa ouvir e escutar.” (Spencer W. Kimball – Conf. Geral OUT/1975) Seguramente “ouvimos verdade suficiente e direção nesta conferência para nos trazer a presença de Deus, se quisermos segui-lo.” (Marion G. Romney – Conf. Geral OUT/1954) Portanto, “Se você quer saber o que o Senhor deseja que os santos saibam e ter a sua orientação e direção para os próximos seis meses, obtenha uma cópia (…) da conferência, e você terá a última palavra do Senhor.” (Harold B. Lee – Conf. Geral OUT/1973).

Então, não adianta apenas vermos a Conferência Geral e lermos seguidas vezes os discursos depois de publicados, precisamos efetivamente aplicar os conselhos dados à nossa própria vida, em nosso dia-a-dia: “Não basta termos o desejo de realizar o esforço e dizermos que o faremos. Precisamos efetivamente fazê-lo. É na prática, e não só nas palavras, que concretizamos nossas aspirações. Se adiarmos constantemente as nossas metas, nunca as veremos realizadas. Alguém expressou essa idéia da seguinte forma: Se vivermos apenas para o amanhã, teremos muitos ontens vazios hoje.” (Pres. Monson – Conf. Geral – OUT/2007) Sim, “(…) Precisamos fazer e não só ter a intenção de fazê-lo.” (Pres. Josefh F. Smith, Manual ‘Ensinamentos dos Presidentes da Igreja’ pag. 61)

O Senhor fala nesta conferência, seja por revelação direta ou por meio de seus servos e servas; assim é importante enfatizar: “Quando o Senhor ordenar, faça-o.” (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith, 2007, p. 169)

NÃO ESTARIA JÁ NA HORA DE TIRARMOS MAIS PROVEITO DAS CONFERÊNCIAS GERAIS E PERMITIR QUE ELAS MUDEM PARA MELHOR NOSSAS VIDAS E CONSEQUENTEMENTE TAMBÉM A VIDA DAQUELES QUE NOS CERCAM???

Veja o gráfico apresentando o abismo que existe entre aprender e fazer, abismo este que podemos eliminar com dedicação e trabalho contínuo:

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Podemos nos sentir inspirados com o pensamento de Charles Chaplin pra “fazer de cada dia uma obra prima” (Harold B. lee):

“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.”

Sim, Charles, somos os escultores da nossa vida e colheremos aquilo que plantamos, quem sabe paremos de protelar e passemos a viver mais os ensinamentos que repetidamente recebemos e ainda, por alguma razão, insistimos em não aplicar?!

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