Para os que não moram em São Paulo e/ou não poderão comparecer pessoalmente à nossa quarta conferência anual de estudos Mórmons, neste sábado, estamos transmitindo ao vivo aqui:
Live video by Ustream
Fique à vontade para usar este espaço também para perguntas e comentários sobre cada apresentação. O programa da conferência encontra-se aqui.
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Sobre Vozes Mórmons
A Assoc. Bras. de Estudos Mórmons têm como missão: promover, incentivar, estimular, facilitar e divulgar a produção intelectual e literária de estudos acadêmicos e expressões artísticas sobre Mormonismo no Brasil. Ela cumpre sua missão ao impulsionar os estudos Mórmons no Brasil, incentivando a produção de conhecimento pela qual a tradição Mórmon possa ser lida, debatida, interpretada, e analisada de maneira aberta, honesta, e diversificada, além de criar um espaço para compartilhar essa produção e esse diálogo dentro de uma comunidade de aprendizado e produção intelectual entre Mórmons brasileiros e estrangeiros, bem como entre Mórmons e não-Mórmons, e entre acadêmicos brasileiros.
Excelente!!! Embora, honestamente, assistir presencialmente seja insubstituível!
Muito bom. Estou em Curitiba, vou assistir on line.
não estou conseguindo visualizar
começou ?
Estamos com um pequeno atraso, mas daremos início à transmissão assim que pudermos.
agora são 09:14, já sabem quando vai ser transmitido a conferência?
Oi, Frederico. Já está sendo transmitida. Tente talvez recarregar a página. Um abraço!
Assim como o Frederico aqui também não esta carregando. Esta difícil cara
Vocês estão conseguindo assistir? (9:24) Vídeo e áudio estão bem?
Neste momento, está havendo a apresentação de Kent Larsen, A entrevista oral nos estudos mórmons no Brasil: um guia prático”.
Desculpem as interrupções da transmissão. A conexão está oscilando bastante, mas estamos tentando solucionar isso.
Sumiu tudo agora….
Agora voltou….
Kent está dando dicas práticas sobre como preparar-se para uma entrevista oral.
Ter um gravador com espaço ou memória suficiente.
Vestir-se de forma que o entrevistado se sinta à vontade na sua presença (mais ou menos informal, dependendo do indivíduo).
Durante a entrevista, posicionar o gravador de forma a não desviar a atenção do entrevistado.
É possível fazer pausas ou intervalos durante a entrevista de forma a não cansar o entrevistado.
Onde arquivar? Disponibilizar a entrevista feita em um acervo facilita o acesso por parte de outros pesquisadores.
Perguntas e respostas: muitos membros conhecem detalhes da história mórmon do Brasil que não estão nos livros ou não é do conhecimento dos líderes.
Não se pode desprezar nenhuma informação. E nenhuma pessoa.
Diários e entrevistas muitas tendem a focar erroneamente apenas em líderes e figuras públicas.
Uma pessoa que seja analfabeta, por exemplo, pode ser uma fonte importantíssima de informações sobre a história.
São os brasileiros que terão que fazer esses estudos sobre o mormonismo no Brasil.
um cientista da informação seria fundamental
o que acham do curso de Ciência da Informação na USP, eles são feras em arquivos, documentação e entrevistas bem como disponibilização de conhecimento e acesso às mesmas
É uma dica importante. De fato é preciso criar elos no Brasil entre pesquisadores sud e a comunidade acadêmica – e estes é um dos objetivos da ABEM.
A apresentação do Kent Larsen enfatiza a importância de coletar informações/dados para pesquisas sobre o mormonismo no Brasil.
Na próxima sessão, teremos uma mesa-redonda para debater a retenção de membros na igreja sud nos EUA e no Brasil.
uma pena meu querido, pois o lin não corresponde ao chamado do sistema com os plugs disponiveis
Off Air tanto no Explorer quanto no Google Crome, sem chance de assistir essa transmissão. Complicado.
Estamos agora (10:34) fora do ar, mas retornaremos em alguns minutos para a próxima sessão.
Mesa-redonda: Por que a retenção nos EUA é maior que no Brasil? Debatedores: Kent Larsen e Marcello Jun.
Kent Larsen está apresentando alguns dados estatísticos sobre o crescimento da igreja sud nos EUA e no Brasil.
Marcello Jun está utilizando os dados dos censos do IBGE de 2000 e 2010. Em 2000, os números do IBGE indicaram uma população sud no Brasil equivalente apenas a 25% dos números oficiais da Igreja. E 22% no censo de 2010.
Dado o crescimento populacional no Brasil, entre 2000 e 2010 a Igreja sud manteve-se estável. Isso contrasta com o esforço missionário no país. É inegável que a igreja segue crescendo, mas a taxa de crescimento é baixa.
Kent: se houver uma cultura mórmon forte (com recursos culturais como livros, etc), haverá mais possibilidade de permanecer na igreja.
Marcello: a escolha de números pela igreja é consciente e não aleatório.
Há uma falta de senso comunitário na igreja.
Pergunta: “os missionários ensinam uma doutrina atraente, como se vê pelo número de batismo; mas a igreja não é bem-sucedida em manter essas pessoas. Existe uma discrepância entre a “força” da doutrina e a rotina enfadonha das reuniões.”
“Não se muda a situação fazendo mais do mesmo”.
A mudança de idade para os missionários foi um ato desesperado para estancar a evasão de jovens. Isso é fazer mais do mesmo.
Enquanto norte-americanos faziam proselitismo, os brasileiros serviam missões de construção na década de 1960. Hoje isso seria um pesadelo de relações públicas: “trabalho escravo de latinos”.
Mudança da idade missionária causou uma mudança enorme. Chegou a pular de 700 para aproximadamente 5000 missionários por semana. Hoje estaria em torno de 1500. Ninguém se preparou para igreja mudar a política repentinamente.
Só uma sugestão. A próxima vez, seria bom usar um mixer para pegar o audio do microphone e transmiti-lo diretamente pelo Ustream. Do jeito que está agora, é um pouco difícil entender.
Obrigado pela sugestão, Carl. Desculpe a precariedade da nossa transmissão.
Como contribuição, gostaria de comentar que pude identificar a muito tempo problemas sérios no processo de “aceitação” de novos membros.
c
Os bispos e Presidentes de Ramo não tem competencia sobre os membros investigadores, não podem de acordo com o manual entrevistar esses membros (o que seria excelente uma entrevista de boas vindas, e sinta-se à vontade entre nós). A competencia total é do presidente de missão. Já vi bispos não aceitarem determinados investigadores serem batizados, porque não tinham condições para tal e o presid, de missão autorizar e haver atritos de competencia. O membro entra e se afasta sendo “mais um numero”
O pouco apoio da maioria dos bispos e presidentes de ramo à obra missionaria, em seguir os manuais que pedem todo um apoio ao membro em perspectiva quando ainda esta recebendo as palestras, com integração total de todas as organizações da Ala. Portanto, pouca atenção à obra missionaria.
Carlos/Angela
Ótima colocação, Carlos e Ângela.
A próxima sessão da Conferência terá início às 14 horas. Teremos a apresentação do historiador Reid Neilson, do Departamento de História da Igreja. Neislon falará sobre a viagem do historiador assistente Andrew Jenson pela América Latina em 1923.
Caros irmãos:
A retenção na igreja vem “caindo” principalmente entre os jovens desde que, por motivos que fogem à minha compreensão, as capelas deixaram de oferecer atrativos para a juventude.
Na minha época de SAM ( ORM ) e PAS ( MAS) as capelas ficavam abertas praticamente a semana toda, festivais de dança, de teatro, reuniões de integração ou até mesmo, pura e simplesmente brincadeiras de esconde esconde ou coisas do gênero. Não havia um único fim de semana que não houvesse algo para fazer com os demais membros.
Algumas normas estabelecidas por algumas estacas , como a não premiação em festivais, o fim dos super e hiper sábados , dos acampamentos , a falta de estrutura de alguns prédios como a minha capela, que sequer possui salão cultural também tornam a vida dos jovens na igreja, quase que restritas ás reuniões de domingo. Enquanto isso, fora da igreja e mesmo em outras igrejas sempre há algo que se fazer.
Não estou criticando a Igreja, mas é preciso reverter esse quadro, precisamos entender, e isso é impossível na mente de alguns líderes, que nossa realidade tem muito pouco a ver com a dos EUA, no que diz respeito à igreja.
Jovens precisam estar em constante movimento e a igreja precisa dar esse suporte.
Capelas fechadas durante toda a semana não são atrativo para ninguém.
Aqui em minha unidade Ala Bonfim-Salvador-BA estou tentando conseguir uma maneira de trabalhar teatro com os jovens mas a falta de espaço apropriado me deixa um pouco “engessado”
Impressão minha ou o novo modelo de capelas não possui mais aquela palco?
Pelo que fiquei sabendo de minha filha em São Paulo agora só as sedes de estaca tem o palco e quadra de esportes. Minha Ala não possui nenhum dos dois
Por outro lado, os palcos e quadras ficaram tão abandonados por tanto tempo que talvez a Igreja tenha achado melhor não gastar mais com esses equipamentos. Nesse caso temos que parabenizar nossos líderes que assumem chamados e não “tem tempo” para cumpri-los. Desculpem a sinceridade mas vivemos um hiato nas lideranças por longos anos que se preocuparam muito mais com os seus cargos do que com o serviço ao próximo.
Na minha época não víamos a hora de ir para a missão…hoje adia-se o máximo possível.
Conseguimos resolver algumas dificuldades técnicas e teremos uma transmissão muito, muito melhor agora à tarde, a partir das 14 horas. Se não for perfeita, pelo menos será muito boa
Infelizmente, a maioria das novas capelas estão sendo construidas sem quadra e palco. Os terrenos menores não são desculpa, pois, mais um andar poderia ser adicionado.
A grande questão, Carlos, é a seguinte…para que construir equipamentos que ficarão ociosos?
Anos atrás estavam reformando todas as capelas de São Paulo, criando capelas lindas térreas de dois prédios ou com até três andares e garagem subterrânea.
De que adianta tudo isso se permanecerem fechadas só abrindo aos domingos?
Precisamos retomar o uso capelas antes de cobrar que voltem a ter salão cultural e quadras.
Minha Ala de origem ( Penha- SP) tem um palco de fazer inveja a muitos teatros. O salão cultural abriga sozinho umas 400 pessoas sentadas, isso sem abrir a divisória da sacramental, se abrir pode colocar quase mil pessoas ali. O que faz falta são líderes com visão, imagine o que se pode fazer com uma ferramenta dessas em mãos em relação à obra missionária e relações públicas da igreja? Musica, palestras, danças, teatro…bailes, casas abertas…mas tudo isso anda geralmente esquecido. A igreja está muito “estanque”.
O áudio do irmão Reid está muito mais alto do que o do tradutor. Talvez o inverso fosse melhor.
Se o audio do tradutor fosse no mesmo nivel do irmão Reis seria melhor.
realmente está diíicil ouvir o tradutor
a conexão foi-se
Aguardando o retorno da conexão e depois um resumo do assunto, por escrito(rsrsrs)
Coloquei alguns dos destaques abaixo.
Teremos depois a tradução do artigo completo do Reid Neilson.
“A jornada de Andrew Jenson pela América Latina em 1923“ – Reid Neilson (Departamento de História da Igreja, EUA)
Andrew Jenson amava o Livro de Mórmon e tinha um verdadeiro fascínio pela ideia dos descendentes de Leí vivendo na América Latina. Os sud norte-americanos em geral ligavam os lamanitas aos povos ameríndios da América do Norte. Proselitismo entre as tribos indígenas teve pouco sucesso. Os sud se sentiam frustrados com a pouca receptividade dos indígenas em relação ao evangelho.
Por 50 anos tal esforço missionário entre as tribos da América do Norte se manteve, apesar das sugestões de Joseph Smith na década de 1840 sobre as populações indígenas da América Latina. O primeiro esforço missionário na América Latina se deu no México.
No final do séc XIX surgem diversos livros buscando provar a historicidade do Livro de Mórmon, apontando para achados arqueológicos. Muitos acreditavam que Zaramhenla seria encontrada na Colômbia, por exemplo.
Expedições à América Central e do Sul.
Joseph F. Smith em 1903 recebe o pedido de autorizar uma conferência em que se discute a geografia do LM. Smith não se mostra tão entusiasta. B.H. Roberts and James E. Talmage estavam entre as autoridades gerais que eram entusiasta desse debate. Andrew Jenson está nesse grupo.
Surgem no início do séc XX, diversas tentativas de mapear as terras do LM no continente americano.
Assim como hoje, havia muitas opiniões diferentes entre os líderes a respeito do assunto. Foi nessa época que o historiador assistente Andrew Jenson se torna ainda mais interessado pelo tópico. Sua primeira exploração foi no México.
Dois anos depois, decidiu ir à América Central e do Sul. Queria ver as terras do LM e valiar a possibilidade de enviar missionários para tais países. Viagem em 1923.
Andrew Jenson enviou 37 cartas durante a sua viagem. Reid Neilson e Justin Bray (que esteve na Conferência do ano passado) estão trabalhando num projeto de estudo dessa correspondência.
Ao visitar sítios arqueológicos como Machu Pichu, Andrew Jenson sentiu-se grato por ter suas orações respondidas e ver o que acreditava ser resquícios das civilizações do LM.
Jenson, ao retornar da viagem, relatou à Primeira Presidência, sugerindo o envio de missionários, além de dar serões locais sobre sua viagem.
Iniciativas do Departamento de História da Igreja: reconstituição do local onde aconteceu parte da tradução do Livro de Mórmon e a restauração do sacerdócio, na Pensilvânia. Digitalização dos arquivos para estarem disponíveis online. Grande parte estará disponível gratuitamente; parte por um pequeno valor.
“Quantos já usaram o catálogo online de História da Igreja?”, pergunta Reid Neilson. Intenção de disponibilizar certos materiais nas dez línguas mais faladas por membros da Igreja, incluindo português e espanhol, além de tagalogue, japonês, etc.
Há alguns membros da equipe de Reid que falam português, como Justin Bray, e que podem auxiliar em pesquisas.
Há em cada país pessoas responsáveis pela história da igreja local, inclusive no Brasil. O que fazer com um documento que se quer disponibilizar para a história da igreja? Enviar para o historiador local, que enviará uma cópia a Salt Lake.
Reclamação do público: o historiador local da área Brasil não é muito cooperativo em disponibilizar materiais, etc. Reid: se há problemas locais, entrem em contato conosco (Departamento de História da Igreja). Kent Larsen: historiador da área Brasil possui várias notícias que seria destinadas à Liahona e nunca foram utilizadas para a revista, nem enviadas para Salt Lake City. E tampouco estão disponíveis ao público.
Estatísticas sobre frequência a reuniões sacramentais, templo, etc: nem tudo está disponível.
Reid Neilson virá ao Brasil em outubro. Agradecimentos a Justin Bray pela ajuda com a pesquisa sobre Jenson.
Grato
Daqui a pouco, estaremos transmitindo a Sessão D – “Colonialismo Político-Religioso: O Impacto Sobre Mórmons Brasileiros da Cruzada Política Contra Gays nos Estados Unidos” – apresentação de Marcello Jun de Oliveira.
Olá, antõnio!
Como poderia ter acesso a sessão D – Colonialismo Politico-Religioso: o impacto sobre os mórmons brasileiros da Cruzada Política contra gays nos EUA.
Obrigada
Emma
Apresentação de Ernandes Souza, um dos organizadores do livro “Pioneiros da Amazonia – O Legado dos Primeiros Santos do Últimos Dias na Amazônia”.
Foi feita uma tiragem de 500 cópias. Preço do livro: R$ 20.
Sobre a homossexualidade, não sei se o irmão Marcelo vai comentar , ou se já comentou (audio com interrupções) sobre uma autoridade geral (não sei quem foi) que em um discurso disse que ninguém “nasce assim” (ninguem nasce homossexual), criando uma “lenda” ou “resposta pronta” dos mormons (pelo menos no Brasil), gerando uma ideia preconceituosa entre os membros.
Alguns destaques da apresentação do Marcello Jun.
Marcello inicia falando sobre a relação na igreja entre sede (EUA) e “colônia” (Brasil) e definindo conceito de orientação sexual. A sexualidade é apenas um dos aspectos das relações inter-pessoais.
Homossexualidade é um conceito moderno
Primeiro registro sobre comportamento homossexual vem do Egito, em 2400 antes da Era Comum. Era de Bronze no Mediterrâneo. Sociedades gregos aceitavam a pederastia, relacionamento sexual e romântico de homens mais velhos com meninos de 11-12 anos. Também em Roma. Relacionamentos homo-afetivos na África e Américas antes das descobertas marítimas. Literatura hebraica: relação afetiva entre Davi e Jonatas.
Marcello Jun explica a escala de Kinsley.
Estudos científicos apontam para um forte componente genético para a homossexualidade.
Homofobia: aversão ou medo irracional de homossexuais.
História de David Hyrum Smith, filho do profeta Joseph Smith. Um dos filhos de Brigham Young costumava travestir-se. Joseph F. Smith é chamado como Patriarca Presidente, sendo mais tarde desobrigado. Não foi excomungado. Teria sido desassociado.
1947 Spencer W. Kimball recebe um chamado para aconselhar jovens sud com problemas homossexuais.
1968 Pela primeira vez, comportamento homossexual é listado como causa para excomunhão.
Spencer W. Kimball condena homossexualismo no livro O Milagre do Perdão e aconselha homens homossexuais a se casarem de forma heterossexual.
Boyd K. Packer aprova o uso de violência física contra homossexuais.
1976 Primeira Presidência declaração oposição oficial à emenda constitucional ERA (Emenda de Direitos Iguais) nos EUA.
1986 Élder Oaks declara que um dos problemas da homossexualidade é que ela ocorre fora dos laços do matrimônio.
Gordon B. Hinckley passa a desaconselhar o casamento hétero como “cura” para homossexualidade.
Oaks é a primeira autoridade geral a reconhecer a possibilidade do fator genético no homossexualismo.
1995 Proclamação ao Mundo – casamento entre um homem e uma mulher.
1999 Artigo na Ensign defende terapia de cura para homossexuais.
2004 Gordon B. Hinckley: “não somos anti-gay, mas pro-família”; “não sou nenhum expert no assunto”
2007 BYU muda código de honra, de forma que alunos homossexuais não podem ser mais barrados de ingressar na universidade.
2008 Intensa atividade da igreja na Califórnia em função da Proposição 8. Igreja sud é responsável pela maior parte das doações e trabalho voluntário.
Discurso de Boyd K Packer em Conferência Geral sofre edição (censura) na versão impressa.
Proposição 8 foi um desastre paras as relações públicas da igreja sud.
Campanha de Mitt Romney: foi um possível fator a inibir outras ações da igreja contra o casamento gay nos EUA.
2012 é lançado o site oficial sud mormonsandgays.org
Liberdade religiosa: um dos argumentos que se tornaram populares entre os sud é que a legalização do casamento gay forçaria a Igreja sud a aceitar ou celebrar casamentos desse tipo.
Marcello está relatando seu experimento com ferramentas de busca para textos publicados na internet sobre mórmons e homossexualidade.
“Boyd K. Packer aprova o uso de violência física contra homossexuais.
1976 Primeira Presidência declaração oposição oficial à emenda constitucional ERA (Emenda de Direitos Iguais) nos EUA.” Por favor, poderia passar a fonte?
Oi Marcos…
Sobre o Pres. Packer, no livreto “Somente para Rapazes” (pag. 13,15), ainda em distribuição, ele não aprova, mas há nas entrelinhas um aparente encorajamento a auto-defesa… ele assim conclui: “Não estou recomendando esta medida a todos vocês, mas também não estou omitindo. Vocês devem proteger-se a si mesmos.”
Se prestarmos atenção iremos perceber que antes do relato do missionário o Pres. Packer fala sobre aliciadores, não seria esse o caso do companheiro do missionário? Talvez o companheiro estivesse tentando algo com o missionário e este não aguentando mais as investidas partiu para a agressão física. Sou contra agressão física e acho que devemos procurar resolver qualquer problema de outra maneira. Porém, não acho que ele esteja incentivando a agressão gratuita contra homossexuais.
se isso não é agressão gratuita o que é? Para um apóstolo, se saiu muito, muito mal e deixou que seu lado preconceituoso e diabólico falasse por ele…pois uma pessoa de Deus, deixaria muitas e muitas sugestões humanísticas como saída para pessoas HETEROSSEXUAIS, saíssem de investidas de paquera de pessoas que exercem a HOMOSSEXUALIDADE. Se for usar analogia, nas relações inter pessoais, diferentes ou idênticas apenas por que não faz o meu perfil, o fato fica mais evidente ainda…
Caro irmão Marcos, se isso não é agressão gratuita o que é? Para um apóstolo, se saiu muito, muito mal e deixou que seu lado preconceituoso e diabólico falasse por ele…pois uma pessoa de Deus, deixaria muitas e muitas sugestões humanísticas como saída para pessoas HETEROSSEXUAIS, saíssem de investidas de paquera de pessoas que exercem a HOMOSSEXUALIDADE. Se for usar analogia, nas relações inter pessoais, diferentes ou idênticas apenas por que não faz o meu perfil, o fato fica mais evidente ainda…
E você ao falar desta maneira de um apóstolo também está sendo “diabólico” , e está se esquecendo que ele também é um ser humano e contém falhas como todos nós. Apóstolos ou não todos somos seres humanos, e se formos vasculhar a vida de cada pessoa neste mundo (inclusive a vida dos líderes da Igreja e a nossa própria vida) encontraremos muitas coisas boas e muitas coisas ruins. Perfeição só encontraremos no Pai Celestial, em Jesus Cristo e no Espírito Santo.
Uma igreja metodista da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, decidiu que não vai celebrar mais casamentos heterossexuais enquanto o governo daquele estado mantiver a sua política atual, considerada “injusta”, sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Enquanto o casamento igualitário não for legalizado na Carolina do Norte não há casamentos para ninguém na Green Street United Methodist Church, situada em Winston-Salem.
“Os casais que assumem um compromisso têm necessidade de uma comunidade para os apoiar e ajudá-los a crescer na fé e no amor”, escreve o pastor Carpenter. “Na igreja de Green Street consideramos que as pessoas do mesmo sexo que estão comprometidas numa relação não são menos sagradas para nós e para a nossa comunidade”, continua o texto. “Consideramos que os homossexuais são dignos de receber os santos sacramentos do casamento. Rejeitamos qualquer noção que os torne cidadãos de segunda classe no Reino de Deus.”
De fato, defenda o pecado, se ele é um apóstolo, suas ações são avaliadas de forma diferente…enfim, a quem muito é dato muito é exigido.
Apóstolo só no título, pois as atitudes são de pessoas da mais baixa estima…
Prezados:
Gostaria de saber mais sobre a suposta edição impressa censurada do discurso de Packer na Conferencia Geral.
Agradeço desde j,a
Emma
Logo mais, acontece a última sessão da Conferência. Nela, o antropólogo Daymon Smith falará sobre a história cultural do Livro de Mórmon.
Com sorte, teremos de novo a transmissão pela internet.
Temos abandonado a tentativa para transmitir a última sessão por motivos técnicos.
Agradecemos a todos que nos acompanharam hoje pelo interesse em nossa IV Conferência.
Olá, Antônio.
Existe alguma possibilidade das apresentações de hoje estarem disponíveis posteriormente na forma de texto escrito?
Um abraço.
Sem dúvida, Jamil. Estamos preparando um periódico que incluirá os artigos desta última Conferência e das anteriores. Isso passa por um trabalho de revisão, tradução, etc.
Um abraço!
Aguardamos esse periódico.
Excelente trabalho e parabens a todos.
Muito Obrigado Carlos.
Sentimos muito sua falta e de sua esposa neste evento.
abs
Muito obrigado, Antônio.
Será excelente poder ler os artigos desta Conferência e das anteriores.
Seria muito útil o excelente trabalho ser publicado no YOUTUBE.
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